E se eu pudesse decidir como estudar?

Postado em educação, Sem categoria em maio 2nd, 2010 por Rafael

Um pouco antes de pegar o ônibus para o Rio, estava estudando algumas coisas sobre ensino e educação, lendo alguns artigos e tal. Percebi que muito se fala sobre envolver o estudante no processo, dar a ele responsabilidade sobre seu próprio aprendizado. Inclusive o Pierre Levy acabou de twittar um link meio sobre o assunto. Bom, sei que isso acabou me lembrando uma história (pra variar).

3a série. O engraçado é que isso é mais antigo que a história que eu conto no livro, que é da 4a série. Mas a professora era a mesma, a Marlene. Como nessas séries, normalmente apenas um professor por sala, eu não entendia direito a dinâmica entre matérias, pareceia que cada hora vinha um pouco de cada uma. Lembro que nesse ano estudamos mitologia grega e os presságios do rei asteca Montezuma. Pode ser minha impressão pessoal, mas acho que toda a classe gostava dessas partes da aula. Acho que é porque essas histórias fantásticas são mesmo envolventes, não são?

Bom, nesse ano também estava passando Cavaleiros do Zodiaco -os famigerados- e é claro que circulavam pela sala muitos bonequinhos e revistinhas “Herói”, para o descontrole da professora. Ou seja, uma parte da aula era a tentativa da professora de impedir a presença da nossa cultura na sala. Não lembro como foi, mas tivemos uma atitude meio revolucionária: Dissemos que as aulas seriam mais legais se elas envolvessem os personagens.

Foi legal que a professora abriu espaço e conversamos por um tempo sobre como usar os desenhos nas aulas. Falamos que os Cavaleiros podiam ilustrar as aulas de mitologia mas que também podiam aparecer nos problemas de matemática e coisa assim. A história durou mais uns dias e a professora até pediu que entregássemos umas revistinhas para que ela estudasse sobre o assunto. Infelizmente os dias foram passando, e a expectativa foi diminuindo e nunca aconteceu. Sempre fiquei pensando em como teriam sido essas aulas.

Será que foi uma tática pra tirar nossas revistinhas? Haha acho que não, mas se foi, então o Sistema ganhou bonito da Revolução.

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Rio-Encontros

Postado em Sem categoria em abril 25th, 2010 por Rafael

De passagem muito rápida pelo Rio. Muito rápida mas muito proveitosa. Vim para apresentar meu TCC, contar sobre com foi a produção dele, seus múltiplos processos e tal. Sábado de manhã não é um dos melhores horários para se esperar muito movimento, mas gostei de quem esteve por lá. Reencontrei grandes amigos cariocas, pude bater um papo mais profundo sobre o conteúdo do livro e sobre novas idéias, e também saber como anda a galera. Espero semear um pouco mais essas idéias deixando alguns livros por aqui, com a Ju Montenegro da organização e com o Daverson.

Mas tenho que dizer que o mais interessante mesmo dessa curta passagem foi encontrar aqui meu amigo Celso, ou “juninho” para nós itanhaenses. O Celso é um amigo de infância, filho de um amigo da família. Nós sempre nos demos muito bem, não só pelo incrível bom humor dele, mas por nossa congruência criativa -dois caras com imaginação non-sense juntos sempre dá em boas risadas e idéias, superando a diferença de idade. Ele veio pra cá pra lançar Jambocks! sua HQ sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Além de ficar obviamente feliz pela inesperada oportunidade de parabenizá-lo pessoalmente, também me deixou muito orgulhoso o fato de depois de tanto tempo nos reencontrarmos para trocar autógrafos! E ainda descobrir que também compartilhamos idéias e projetos parecidos com relação a educação haha.

Depois eu escrevo mais algumas coisas sobre essa passagem pela Cidade Maravilhosa.

Confiram Jambocks! quadrinho nacional de qualidade!

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Nada a Perder

Postado em Sem categoria em março 10th, 2010 por Rafael

Mesmo morando cerca de 5 quadras da USC, e seguindo Pirre Lévy no twitter, tive de ser avisado pelo Pedro, de que ele participaria da abertura de um Simpósio aqui perto de casa. Fiquei sabendo com certa antecedência, mas apesar do preço acessível, o fato de ter começado no novo emprego me impediu de fazer inscrição, pois teria de me ausentar do serviço.

Veja bem, o que me “impediu” foi o emprego. Acho que é importante demonstrar vontade de trabalhar e não ficar criando muitas situações difíceis no começo. Mas o que eu queria comentar aqui é sobre outro tipo de impedimento. Muitas vezes a vergonha nos impede de fazer pequenas coisas -eu particularmente senti isso a vida toda. Entretanto, conforme fui me tornando mais desapegado, também esse ponto começou a melhorar. Vergonha provém de um apego, uma valorização muito grande, da expectativa ou opinião dos outros sobre você. Esse desejo de ser bem visto faz com que nossas ações fiquem engessadas dentro de uma esfera de previsibilidade. não saímos do padrão para não provocar reações inesperadas.

Isso tudo foi só para tentar deixar mais rica, tal qual é para mim, a história dessa noite. Como disse, não fiz a inscrição, mas me disseram que a palestra seria em espaço aberto. Cheguei a pensar em não ir só pra não dar de cara com um “Não”. Ao me dar conta de que esse não era algo tão danoso, levantei imediatamente e fui pra lá. Realmente era aberto o lugar, mas a palestra era em francês e só teria fone com tradução quem estivesse inscrito. Fiquei lá tentando decifrar o francês quando percebo uma moça levantando, abaixando os fones e saindo apressada. Sem dúvidas, abordei ela na hora e perguntei se ela não ia usar, ela disse que não e concordou em passar ele pra mim. O Tutu -que tava na mesma situação- perguntou se eu conhecia ela e riu muito qdo eu disse que não. O próximo passo foi conseguir sentar nas cadeiras e pronto, vimos a palestra.
No fim, após, as perguntas, todo mundo levantou para tirar fotos com ele ou autografar livros e tal. Aí o Tutu me pergunta, assim como meu pai tinha feito pouco antes, por telefone, se eu não ia entregar um livro meu pra ele. Pro meu pai eu tinha dito que não, que provavelmente não haveria abertura, que o cara era estrangeiro e tal.. Mas ali, na hora, eu falei que ia, virei de costas e corri as 5 quadras e dois andares para pegar um exemplar do meu livro e voltar correndo antes que ele fosse embora. Veja bem, correr na rua, chegar suado perto de um cara de terno, entregar um livro sem falar uma palavra de tão cansado, parecem coisas que me deixariam envergonhado. Mas na verdade me deixaram muito feliz. Foi uma situação que eu nunca imaginei. Muito menos que ele apontaria para o hexagrama da capa, que eu uso no meu avatar do twitter, e diria “Já vi, já vi”.

^__^

Não faço idéia se ele vai ler, se vai se interessar. Na verdade eu não espero nada com isso. Minha cabeça vergonhosa me dizia que o esforço de correr e tudo mais sem um objetivo muito claro era perda de tempo. Mas não existe perda de nada na somatória das experiências. No mínimo a gente ganha um causo pra contar.

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Sudden

Postado em Impresso em março 3rd, 2010 por Rafael

E quando eu achava que o toda essa etapa bibliolística do meu projeto mutante ia passando, dando espaço agora às minhas aspirações educativas, eis que os movimentos do mundo me pegam de surpresa novamente!

Estava eu, inadivertidamente, passando em frente ao meu endereço antigo, quando o porteiro -que inclusive foi a primeira pessoa a comprar um livro meu- fora do seu turno habitual, me chama com uma carta na mão. Um sedex. O remetente era a Annablume Editora Comunicação LTDA.

O livro Design – projeto mutante foi aprovado pelo conselho editorial para publicação!

Realmente, estava bem claro no site que levava em torno de seis meses para enviarem uma resposta. O que eu não imaginava é que eu teria esquecido que tinha enviado quando recebesse! haha.

Fiquei muito feliz, e como as pessoas costumam dizer quando são eliminadas num reality show: chegar até aqui já foi uma vitória. Sério, por que não se trata exatamente de eu -o autor desconhecido- implorar pra ser publicado por qualquer um como de costume. Trata-se de uma editora de porte se dispor a custear uma parte (boa parte, diga-se de passagem) da minha primeira obra. Pessoalmente, encaro isso como um respaldo, como mais um dos feedbacks positivos que tenho recebido. Modéstia à parte, hoje senti orgulho de mim mesmo.

Bom, mas o contexto agora é bem diferente de seis meses atrás… Então essa cartinha, ao invés de anunciar a conclusão do processo, vem mais é abrir um novo capítulo nessa história. Agora é momento de pensar e planejar bastante. Conto mais quando tiver mais.

Beijos e Abraços!

Namastê

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Gratitude

Postado em Sem categoria em fevereiro 11th, 2010 por Rafael

Dia 29 de janeiro, foi a colação de grau da minha turma. Recebemos nossos canudos vazios e fizemos uma bagunça de leve. Bem legal esse momento. Dizem que fecha um ciclo, mas como eu já estava fazia um ano trabalhando, sem ir pra facul e sem ver a maioria dos amigos, não parece que foi tanto assim. De qualquer forma foi um momento de rever a turma e saber mais ou menos para onde cada um tem se encaminhado. Conseqüentemente também serve para ver como eu tenho me encaminhado.

O ano está começando (haha é, só começa mesmo depois do carnaval) e parece que promete algumas coisas legais. Minha cabeça está mais livre pra pensar e estudar alguns novos projetos. O pessoal do Centro Acadêmico (sim! finalmente nós temos um C.A. ativo!) me convidou para vender alguns livros para os bixos. O que foi muito legal, me senti honrado, e me deixou animado pra ver que tipo de coisas podem surgir nessa turma, o tipo de efeito que um conteúdo controverso desses pode ter em aulas mais caretas haha. Também recebi um feedback bem legal do pessoal que já leu e estou vendo que tem um pessoal que se interessou mesmo pelo assunto.

Aliás os livros estão acabando, fiz essa doação pro C.A e quero ver se com o que sobrar vou para o N ou outro encontro. Estou pensando em mandar o projeto como SePA pro N, mas não tenho certeza se minha situação profissional vai permitir que eu vá.. muita coisa por definir ainda.

Bom, de resto, estou de volta com meu computador plenamente funcional. Ele tinha ficado praticamente inoperante desde 15 de setembro! Portanto, posso prometer confiante que a Realidade Aumentada vai sair e, mais cedo que ela, o E-book para Mac. Talvez role até mais coisas, quem sabe?

Acho que essa volta do computador e ter pego um certificado de graduação parecem sim fechar um ciclo haha
Muito obrigado à todos vocês.
Especialmente Pai Mãe e Lu

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Nenhum Apetite pelo Caos

Postado em Filosofia de Buteco, Sem categoria em janeiro 10th, 2010 por Rafael

Estava aqui lendo esse artigo do Wanderley Costa, que vai de encontro com meus interesses atuais: Design voltado à formação, à educação. É muito bem escrito e informativo, e funciona como uma extensão do assunto do 12° capítulo do livro, onde falo um pouco sobre a importância da criatividade e seu desenvolvimento.  Como o artigo é focado específicamente nisso,  conceitua e explana muito melhor algumas coisas que quis dizer. Pontua, por exemplo, os fatores que podem estimular ou inibir o espiríto criativo -onde aparece esse termo usado no título- e à medida que vou lendo vou ora me identificando com algumas passagens ora identificando outros.

O divertido foi que comecei a lembrar que eu sempre quis fazer as coisas do meu jeito. Não necessariamente numa atitude rebelde, mas mais numa coisa de customização. E isso foi em tudo. Inclusive no Skate. Aliás, eu me arrependo um pouco por não ter falado sobre skate no livro, talvez eu compense com esse post. Eu comecei a andar de skate meio do nada, meu irmão mais novo ganhou um e eu fiquei com vontade tb. Nunca andei em rampa, sempre na rua, na calçada, e isso é o que eu acho interessante. Quando se brinca na rua, o skate não tem regra, nem muita previsibilidade, é um esporte de adrenalina onde você tem que olhar e interpretar rapidamente todo o caos urbano para com sua criatividade fazer uma obra de arte em movimento ou ao menos se safar de um acidente feio. Por mais que você brinque sempre na mesma rua, a dinâmica do espaço público faz com que aquilo esteja sempre mudando: podem ter carros passando, estacionados, um buraco novo, um caixote, pneu, tapume, etc.. Eu poderia passar um tempão aqui falando sobre como eu acho que essa atividade de agir em movimento e tomar decisões como flashs prepara a mente para outras situações, mas fica pra um outro post.

Eu queria mesmo era comentar que logo quando comecei a andar, e aprender algumas manobras, não deu outra, eu quis inventar as minhas. E até fiz algumas mesmo como o silent-flip, backfoot-grab e outras, mas nunca fui bom ou influente o suficiente para que elas se espalhassem por aí. Eu reparava que a maioria da galera gostava era de aprender algumas manobras, como se tivesse uma lista pronta do que eles poderiam aprender e acrescentar nas linhas, mas pouca gente parecia imaginar um giro novo ou algo assim.

Conforme eu fui gostando e conhecendo mais de skate, eu fiquei sabendo sobre o Rodney Mullen. Descobri que esse cara foi um dos que inventou a maioria das manobras que a gente usa até hoje. E ele continua inventando! O que queria dizer não é que a galera que anda por aí não seja criativa, mas sim que a criatividade pode se manifestar em diferentes aspectos, desde que seja propiciado um ambiente estimulante e receptivo à novas idéias e atitudes. E os resultados disso, as novidades que podem surgir em um ambiente assim, podem ser tão impressionantes quanto ver o Rodney Mullen destruindo por aí.

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Feliz Navidad

Postado em Sem categoria em dezembro 25th, 2009 por Rafael

Vou aproveitar essa data festiva e tal só pra contar uma história. No livro eu falo rapidamente sobre a vez em que meu amigo João, me chamou pra conhecer a Igreja Messiânica, aqui em Itanhaém.  A gente era pequeno, eu não gostava muito desses papos de Igreja mas normalmente as coisas que o João apresentava eram legais. Eu lembro que achei muito louco o negócio de rezar em japonês e gostei de fazer as ikebanas e tal, lembro que até comentei com meus pais e que foi algo de diferente do normal. Mas fui só dois dias como conto no livro.

Acontece que muitos anos depois, um outro amigo, o Rodrigo -que deu o toque pra eu escrever- me falou sobre um tal de Johrei, que era tipo um passe e que fazia ele se sentir bem e que era um lugar bonito e tal. Aí fomos lá um dia, e eu gostei muito. Eu tive a impressão de que conhecia aquilo de algum lugar e descobri que o Johrei Center fazia parte da Igreja Messiânica também. Eu já meditava na época e ví aquilo como um bom lugar pra meditar e ter um momento Zen. Achei o lugar tão pacífico que quando saí dele até o trânsito de Itanhaém me pareceu caótico haha. Assim fui indo aos poucos, sempre que sentia que precisava de uma ajuda, uma calma. Eu sempre achei o máximo aquelas pessoas ficarem lá num lugarzinho esperando alguém que precisasse de uma energia!

O Rodrigo me mostrou também onde ficava o Johrei Center de Bauru e eu fui frequentando de tempo em tempo. Quando passava muito tempo sem ir sentia uma falta grande. Mas ano passado e esse ano, quase não fui. Na verdade eu estava com uma certa aversão à religiosidade, estava num momento complicado, queria deixar o Rafa que escreveu o livro pra trás, voltar a ser mais mundano, banal ou coisa assim. Só que isso me deixou nitidamente fora do eixo, sem brilho.

No fim desse ano, num momento de necessidade, voltei lá no Johrei pra aliviar a cabeça. Mas foi muito melhor do que eu imaginava! Me senti muito acolhido mesmo, em um mês mais ou menos fiz alguns amigos, cuja relação parece de bastante tempo já. Aos poucos fui conhecendo melhor os princípios da Igreja Messiânica, e uma coisa que me chamou muito a atenção, foi a massiva valorização das pequenas ações altruístas.

Eu já frequentei alguns cultos diferentes, mas tenho a impressão de que nenhum tinha falado tanto a respeito disso -nem a Católica. Tipo, na Messiânica se fala sobre milagres através do Johrei e tal, mas não é isso que me alicía -é o como eles falam sobre pró-atividade e dedicação ao próximo. Que é o que tem a ver com o Natal -tcharam!- Parece que por ter uma data específica para falar sobre amor ao próximo, a gente fica isento de pensar sobre isso durante o resto do ano. Dia 23 foi o Natalício da Messiânica, data em que o fundador da Igreja nasceu. No geral foi uma festa de aniversário, com bolo, parabéns e tudo, mas eu e mais alguns recebemos um presente -o Ohikari- que é um amuleto, para nos ajudar a fazer bem ao próximo durante o resto do ano.

Não é interessante?

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Loki

Postado em Filosofia de Buteco, Sem categoria em dezembro 20th, 2009 por Rafael

Embora boa parte do projeto esteja explicada no relatório, ainda quero utilizar esse espaço para comentar melhor (e mais livre) o que foi feito. Mas é importante para mim, largar do livro em si, e levar o Projeto Mutante adiante, com coisas novas, mais pertinentes ao conteúdo do livro, do que a confecção dele.

Por isso pretendo escrever sobre outras coisas e de tempo em tempo volto a falar sobre o projeto do livro. Sem contar que ainda quero dar uma revisada nesse site que foi feito muito toscamente e também poder fazer a Realidade Aumentada funcionar.

Mas por hora queria comentar que ví ontem o LOKI, o documentário sobre o Arnaldo Baptista, dOs Mutantes. Achei lindo. É uma história que tem um drama psicológico, sentimental muito profundo, fica nítido. Mas também fica nítida a capacidade de atingir pessoas que tem uma coisa feita com o coração. O cara viveu muito intensamente a música dele, o espírito criativo é realmente indomável. Tanto que após tanta coisa, foi praticamente o que sobrou. Pode parecer triste, e na maior parte do tempo é, mas também é feliz. Num jeito meio estranho, diferente daquele que normalmente a gente espera, mas é. Depende de como você prefere enxergar.

Lembro que “A Balada do Louco” foi uma das músicas que mais mexeu comigo quando moleque. Principalmente o refrão, na parte do “brrrrlááá! etchitchêtchã” não só por ser uma coisa que até então nunca tinha ouvido em música, mas por ser representativo de liberdade, ou de um anseio por libertação. Por que as vezes é difícil mesmo se sentir livre. Mesmo que para soltar um urro numa música. Li também uma crônica (que na verdade não gostei), mas no começo dela o autor comenta que hoje em dia é mais tranquilo você “assumir que tem relações sexuais com um doberman, do que falar sobre Deus”. De certa forma me identifiquei com isso. Acho que o que acaba fazendo uma correlação é o fato de trazer para um contexto específico uma coisa ligeiramente fora. Talvez os grunhidos dos Mutantes não fosse nada de mais olhado em isolado, mas no contexto da música brasileira -e popular- daquele momento, ele fosse dissonante. Assim como falar de Deus para estudantes de Design.

Essas coisas polulam minha mente enquanto preencho o cadastro para o ISBN do meu livro. Tem aqui que escolher uma opção genérica para “Assunto” haha e para variar não sei onde encaixo esse texto, mas vá lá, fico com Filosofia, mesmo que bem vã.

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*Spreading

Postado em Sem categoria em dezembro 8th, 2009 por Rafael

Esse fim de semana contou com a presença ilustre de muitos amigões como Guinxo e Antônio Belchior a.k.a Netinho, vindo lá da cidade maravilhosa para prestigiar nossa festança de formatura!

Foi bem bom.

Estou terminando minha mudança de apartamento,  de uma quadra de distância, e estou sem net por um tempo. Assim que tudo estiver mais calmo eu volto a postar mais coisas interessantes sobre o projeto. Talvez até sobre o dia da apresentação e considerações da banca.

Aproveito pra avisar que o netinho levou alguns poucos exemplares pro Rio, quem quiser, entre em contato!

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*Anxiety

Postado em Sem categoria em dezembro 2nd, 2009 por Rafael

Bom, gente, é hoje, as 21h (espero que nao mude na última hora como o do pessoal ontem) na sala 1 (aquela perto da cantina).
Gostaria que todos pudessem ir, e espero MUITO que seja uma apresentação legal, que valha o tempo e a disposição de quem for ^__^.

De qualquer maneira o projeto não termina por aqui (haha putz, na verdade verdadeira eu pretendo me afastar bastante dele, afinal são uns 3 anos girando em torno disso). Mas assim, já estabeleci esse blog como um espacinho meu, para contar coisas sobre o projeto, mas também para abrir espaço para falar de outras coisas relacionadas, de uma forma mais livre e que possibilite uma vida mais longa para esse site.

O que deve me manter ativo com o projeto são algumas implementações que devo fazer por aqui, como a parte de Realidade Aumentada (quando estiver saindo bem feita) e outras coisas como disponibilizar o livro em .app, para usuários de Mac, segundo sugestão do Pedro.

Final da facul, aí vou eu.

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